Categoria: Nacional

  • Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo adere ao Projeto Solare

    O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP) decidiu, em reunião na quinta-feira (27/07), aderir ao Projeto Solare- Softwares livres. A entidade participará do acordo de cooperação técnica, ficando responsável por difundir as ações do projeto em suas redes e publicações. O suplente do Conselho Fiscal da FNA e coordenador do Solare, Danilo … Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo adere ao Projeto Solare Leia mais »Read MoreO Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP) decidiu, em reunião na quinta-feira (27/07), aderir ao Projeto Solare- Softwares livres. A entidade participará do acordo de cooperação técnica, ficando responsável por difundir as ações do projeto em suas redes e publicações. O suplente do Conselho Fiscal da FNA e coordenador do Solare, Danilo …

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  • +Arquitetos é vitorioso no PPA Participativo e segue para a análise pelo Governo Federal

    O projeto “+arquitetos” ficou em 23º lugar entre todas as que estiveram em votação e em 1º entre as propostas  que disputaram a preferência junto ao Ministério das Cidades na votação do Plano Plurianual (PPA) Participativo do Governo Federal. A medida pretende fazer a contratação de, no mínimo, um(a) arquiteto(a) e urbanista para cada 20 … +Arquitetos é vitorioso no PPA Participativo e segue para a análise pelo Governo Federal Leia mais »Read MoreO projeto “+arquitetos” ficou em 23º lugar entre todas as que estiveram em votação e em 1º entre as propostas  que disputaram a preferência junto ao Ministério das Cidades na votação do Plano Plurianual (PPA) Participativo do Governo Federal. A medida pretende fazer a contratação de, no mínimo, um(a) arquiteto(a) e urbanista para cada 20 …

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  • Rosíris Mendes: luta e transformação em Belém do Pará

    Bairro da Pedreira, capital Belém, estado do Pará. A porta do Centro Comunitário Unidos Venceremos (CCUV), que se abre desde 1982 para o trânsito de oportunidades e melhorias na altura do número 526 da Rua Nova, é fruto da união de uma comunidade inquieta que atua para transformar a realidade. Capitaneando o grupo, está a … Rosíris Mendes: luta e transformação em Belém do Pará Leia mais »Read MoreBairro da Pedreira, capital Belém, estado do Pará. A porta do Centro Comunitário Unidos Venceremos (CCUV), que se abre desde 1982 para o trânsito de oportunidades e melhorias na altura do número 526 da Rua Nova, é fruto da união de uma comunidade inquieta que atua para transformar a realidade. Capitaneando o grupo, está a …

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  • Semana de Habitação do CAU Brasil debate avanços e desafios da Lei da Athis

    Estão abertas inscrições para a Semana da Habitação 2023, evento promovido pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU Brasil), que ocorrerá entre os dias 25 e 29 de julho, em Aracaju (SE). O encontro visa debater e avaliar os avanços e desafios relacionados à habitação no país, com destaque para a Lei da Assistência Técnica … Semana de Habitação do CAU Brasil debate avanços e desafios da Lei da Athis Leia mais »Read MoreEstão abertas inscrições para a Semana da Habitação 2023, evento promovido pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU Brasil), que ocorrerá entre os dias 25 e 29 de julho, em Aracaju (SE). O encontro visa debater e avaliar os avanços e desafios relacionados à habitação no país, com destaque para a Lei da Assistência Técnica …

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  • FNA celebra sanção do novo MCMV e destaca avanço para a habitação social

    A presidente da Federação Nacional dos Arquitetos (FNA), Andréa dos Santos, acompanhou a cerimônia de sanção do projeto de lei do novo Minha Casa Minha Vida (MCMV), ocorrida na quinta-feira (13/07), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). A medida reativa o programa, com o objetivo de contratar 2 milhões de moradias até 2026. O … FNA celebra sanção do novo MCMV e destaca avanço para a habitação social Leia mais »Read MoreA presidente da Federação Nacional dos Arquitetos (FNA), Andréa dos Santos, acompanhou a cerimônia de sanção do projeto de lei do novo Minha Casa Minha Vida (MCMV), ocorrida na quinta-feira (13/07), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). A medida reativa o programa, com o objetivo de contratar 2 milhões de moradias até 2026. O …

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  • Oficina FNA debate Assédio moral, gênero e diversidade no trabalho

    Com o intuito de aprofundar o debate sobre temas que precisam de intervenção urgente no mundo do trabalho, a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), em parceria com o escritório LBS Advogados, realizará a oficina “Assédio Moral: questão de gênero e diversidade no ambiente de trabalho”. O encontro virtual integra o circuito Oficinas Jurídicas
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    Com o intuito de aprofundar o debate sobre temas que precisam de intervenção urgente no mundo do trabalho, a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), em parceria com o escritório LBS Advogados, realizará a oficina “Assédio Moral: questão de gênero e diversidade no ambiente de trabalho”. O encontro virtual integra o circuito Oficinas Jurídicas – Construindo os Sindicatos e será realizado no dia 7 de março às 19h. A condução ficará a cargo da advogada da LBS Laís Carrano.

    De acordo com a presidente da FNA, Eleonora Mascia, colocar luz sobre temas tão atuais é essencial para promover avanços no dia a dia dos profissionais de arquitetura e urbanismo. “Há relatos recorrentes sobre as mais diversas formas de assédio envolvendo as relações de trabalho, com aspectos misógino, de preconceito racial ou de orientação sexual, desqualificando a atuação profissional, com reflexos na remuneração e outros direitos resguardados pela legislação”, frisou a dirigente sindical. O assunto é uma das prioridades da pauta da FNA em 2022 e foi alvo de nota aberta divulgada no início do mês.

    Para Lais, a oficina será um importante espaço para debater o tema, possibilitando o alinhamento entre as lideranças de como o judiciário está reconhecendo os casos de assédio. Ela também ressalta a importância de debates como esse dentro de movimentos e entidades. “A partir do entendimento do que configura assédio, e como o judiciário se posiciona, os dirigentes das entidades sindicais poderão fiscalizar os ambientes de trabalho e garantir um acolhimento da vítima e avaliar a aplicação das medidas cabíveis”, explica a advogada.

    A oficina será transmitida pela plataforma Zoom e está com as inscrições abertas. Os interessados podem se inscrever por meio do link https://docs.google.com/forms/d/1gYMD6ZQxu93wMFEY-jFLhqd_jLZTSmX6YKSruzUHbJE/edit

    Oficinas debateram mudanças jurídicas e legislações

    No ano passado, a FNA e a LBS Advogados realizaram três atividades para falar sobre as mudanças jurídicas e legislações do mercado de trabalho. O primeiro curso abordou a temática “Entendendo a Reforma Trabalhista” e discutiu as modificações ocasionadas pela lei sancionada em 2017, como a instituição do trabalho intermitente, o fim da obrigatoriedade de contribuição sindical e os impactos negativos na vida do trabalhador.

    A segunda oficina foi denominada “LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais: O que fazer?” e trouxe exemplos práticos e conceituais a respeito do tratamento de dados. A LGPD, aprovada em 2018, alterou o Marco Civil da Internet e passou a definir um conjunto de obrigações. Além disso, também delimita procedimentos e normas no tratamento e compartilhamento de informações pessoais, como telefones, endereço, número de documentos e registro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), por exemplo.

    O último encontro de 2021 abordou o tema “Estatutos sindicais: do cartório ao Ministério do Trabalho”. No evento, a LBS Advogados apresentou as exigências legais, o procedimento para reformar os estatutos e os trâmites cartorários e no Ministério do Trabalho. O estatuto é o conjunto de normas jurídicas que regulamentam o funcionamento dos sindicatos, delimitando deveres, obrigações e discriminando a estrutura administrativa, da diretoria e do conselho fiscal.

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  • Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio repudiam destombamento de imóveis históricos

    O Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro e o CAU-RJ/Conselho de Arquitetura e Urbanismo vêm a público manifestar preocupação e repúdio aos processos irregulares de destombamento e demolição de bens em território nacional, fato exemplificado neste momento com o caso emblemático do Solar do Visconde de São Lourenço, localizado na esquina da
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    O Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro e o CAU-RJ/Conselho de Arquitetura e Urbanismo vêm a público manifestar preocupação e repúdio aos processos irregulares de destombamento e demolição de bens em território nacional, fato exemplificado neste momento com o caso emblemático do Solar do Visconde de São Lourenço, localizado na esquina da Rua Riachuelo com a Rua Inválidos, na Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro.

    O imóvel, tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Nacional (Iphan) desde 1938, é uma das construções que evocam a arquitetura singular legada pelo período colonial na cidade. Trata-se de uma das poucas edificações remanescentes da arquitetura civil urbana do período. Além de tombado pela instância federal, o imóvel faz parte da Área de Proteção do Ambiente Cultural (APAC) da Cruz Vermelha, sob a tutela municipal.

    Sua primeira referência remonta ao terceiro quartel do século XVIII, como um conjunto de edificações térreas. O imóvel pertenceu ao Visconde de São Lourenço, conselheiro de Dom João VI, que, entre 1818 e 1819 realizou expressivas modificações em sua volumetria e compartimentação, segundo as inscrições nos livros da Décima Urbana. Após a morte do proprietário, foi utilizado como colégio e casa de cômodos, tendo sido atingido por um incêndio na década de 1990.

    Há mais de uma década seu terreno é usado como estacionamento e há cerca de dois anos, foi adquirido por uma empresa que explora estacionamentos na área central da cidade. Os proprietários anteriores, herdeiros do edifício tombado, apesar de serem alvo de ações do Ministério Público para restaurá-lo, não escondiam que a falta de zelo para com o imóvel era motivada pelo interesse em deixar a construção ruir para oferecer o terreno ao mercado imobiliário.

    A luta do IPHAN, do órgão municipal de tutela do patrimônio cultural e de várias entidades e instituições da sociedade civil pela preservação do Solar Visconde de São Lourenço levou anos. Por este motivo, causa assombro o PARECER TÉCNICO nº 10/2022/CGID/DEPAM, de 13 de janeiro de 2022, que determina “a averbação no Registro do Tombo do cancelamento do tombamento em virtude do seu perecimento, e consequente ausência de materialidade”.

    As entidades aqui signatárias consideram que há um sério equívoco quanto ao embasamento e aos procedimentos administrativos neste processo de destombamento. A materialidade do bem é visível, como bem demonstra a denúncia de demolição iniciada ilegalmente no dia 13 de fevereiro e documentada por fotos na mídia. Trata-se, por sua vez, de demolição ilegal, uma vez que não houve licença expedida pelo poder público municipal. Além disso, os trâmites determinados pelo Decreto-lei 3866/1941, que rege o instrumento de destombamento, não foram cumpridos. Entre outros erros de condução, o Conselho Consultivo do IPHAN não foi consultado.

    O abandono do Solar Visconde de São Lourenço reflete o descaso da esfera federal para com a preservação da memória, da cultura e do patrimônio coletivo. Não há justificativa cabível para o destombamento e demolição deste imóvel. A estabilização das ruínas do palacete e sua restauração, com base nos diversos levantamentos e estudos existentes, realizados por profissionais com notória experiência no campo da conservação e restauro, como José Pessoa e Noemia Barradas, além de tantos outros estudos e propostas elaboradas por estudantes ao longo dos anos, e a única alternativa coerente para com a significância cultural deste bem tombado para a cidade do Rio de Janeiro e sua conservação para as gerações futuras.

    Assim sendo, o Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro e o CAU-RJ/Conselho de Arquitetura e Urbanismo, repudiam veementemente o destombamento e a demolição ilegais do Solar Visconde de São Lourenço.

    Brasil, 17 de Fevereiro de 2022.

    Subscrevem o documento:

    CAU-RJ/Conselho de Arquitetura e Urbanismo e as entidades abaixo, que compõem o Fórum,

    ABA – Associação Brasileira de Antropologia
    ABAP – Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas
    ANPUH – Associação Nacional de História
    ANPOCS – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais
    ANTECIPA – Associação Nacional de Pesquisa em Tecnologia e Ciência do Patrimônio
    CBHA – Comitê Brasileiro de História da Arte
    DOCOMOMO Brasil – Seção Brasileira do Comitê Internacional para a Documentação e Conservação de Edifícios, Sítios e Conjuntos do Movimento Moderno
    FNA – Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas
    FNArq – Fórum Nacional das Associações de Arquivologia do Brasil
    IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil
    ICOM-BR – Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Museus
    ICOMOS Brasil – Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios
    SAB – Sociedade de Arqueologia Brasileira
    SBS – Sociedade Brasileira de Sociologia
    TICCIH Brasil – Comitê Brasileiro para a Conservação do Patrimônio Industrial

    Confira o documento completo aqui.

    Fonte: Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro

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  • Sindau-AC abre processo eleitoral e registro de chapas vai até o dia 20/03

    O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado do Acre (Sindau- AC) está com processo eleitoral aberto para a escolha da diretoria que irá assumir a gestão 2022-2025. O pleito, marcado para o dia 30 de março, vai eleger os componentes da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal – titulares e suplentes. O período de inscrição
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    O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado do Acre (Sindau- AC) está com processo eleitoral aberto para a escolha da diretoria que irá assumir a gestão 2022-2025. O pleito, marcado para o dia 30 de março, vai eleger os componentes da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal – titulares e suplentes.

    O período de inscrição das chapas inicia no dia 15 de março e se estende até o dia 20 de março, às 18h. As nominatas e candidaturas devem ser apresentadas por meio da plataforma https://heliosvoting.org/, cujo acesso e senha individual será enviada ao associado contribuinte para seu e-mail, conforme dados cadastrais atualizados junto ao sindicato. O edital de convocação, regimento eleitoral e o cronograma e calendário, contendo as datas regimentais e o requerimento de registro de chapa e outras informações necessárias, estão disponibilizados no site do Sindau-AC.

    Poderão concorrer arquitetos e urbanistas regularmente associados à entidade, em dia com a contribuição sindical e aptos estatutariamente. O requerimento de registro, nos termos do Regimento Eleitoral, será dirigido à Comissão Eleitoral, exclusivamente pelo endereço eletrônico sindauac.eleicoes@gmail.com, podendo ser assinado por qualquer um dos candidatos componentes da chapa.

    A convocação para a eleição do Sindau-AC, prevista em Regimento Eleitoral, consta em edital publicado no jornal Opinião. A Junta Eleitoral terá o prazo de 24 horas após o término do prazo de inscrição para manifestar-se sobre o registro das chapas. A impugnação de candidaturas, se houver, deverá ser feita no prazo de até 24 horas a contar da divulgação da relação das chapas registradas.

    Dúvidas devem ser encaminhadas à comissão pelo e-mail o sindauac.eleicoes@gmail.com

    Confira o Regimento Eleitoral e Edital de Convocação

    Acesse a Ficha de Inscrição

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  • FNA e SARJ lamentam tragédia em Petrópolis e reforçam a importância da ATHIS

    As consequências do desequilíbrio ambiental e da falta de planejamento das cidades no que diz respeito ao uso e ocupação do solo urbano e rural, dessa vez, atingiram o município de Petrópolis (RJ). A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), em parceria com o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Rio de
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    As consequências do desequilíbrio ambiental e da falta de planejamento das cidades no que diz respeito ao uso e ocupação do solo urbano e rural, dessa vez, atingiram o município de Petrópolis (RJ). A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), em parceria com o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Rio de Janeiro (SARJ), lamenta a tragédia ocorrida após as fortes chuvas terem devastado o município na tarde desta terça-feira (15/2). Ambas entidades registram sua solidariedade às famílias desabrigadas e às vítimas já confirmadas pela prefeitura.

    De acordo com Secretária Geral da FNA, Cárin D’Ornellas, o problema dos alagamentos nas cidades brasileiras está ligado à falta de políticas públicas habitacionais e investimento em infraestrutura. “As enchentes são causadas pelos desvios dos rios, canalização dos rios, estreitamentos das margens e a falta de permeabilidade do solo. Na tentativa de explorar as cidades desenfreadamente, nos deparamos com tragédias como a de Petrópolis e a da Bahia (hiperlink)”. Cárin ainda destaca que “é importante esclarecer que o crescimento de construções irregulares também tem forte relação com a situação econômica do país. Nesta pandemia, muitas pessoas perderam seus empregos e foram morar nas encostas e é imprescindível e urgente que haja atenção à segurança habitacional da população”. De acordo com o Corpo de Bombeiros de Petrópolis, mais de 80 casas foram atingidas apenas no Morro da Oficina, localizado no bairro Alto da Serra.

    A presidente do SARJ, Luana Barreto, destaca a importância do trabalho dos arquitetos e urbanistas no planejamento das cidades e na prevenção dos desastres naturais. “Precisamos de um órgão público que contrate profissionais qualificados no setor da construção civil para amparar a população. Precisamos, também, fiscalizar as prefeituras para cumprirem a Lei de Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social. O trabalho dos arquitetos e das arquitetas dentro da ATHIS tem que ser uma política pública prioritária”. Luana ainda destaca sobre a importância de um fundo público obrigatório, com fonte definida de financiamento. “Precisamos de uma estabilidade de recursos dedicados à moradia, o que hoje não ocorre com o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS). Não podemos nos acomodar, pois há muito para rever e avançar no que se refere à aplicabilidade e efetividade da Lei n° 11.888/2008”, confirma.

    A FNA e o SARJ reforçam seu compromisso com planos diretores participativos, a urgência de se discutir o ordenamento de uso e ocupação do solo e a expansão e acesso da ATHIS.

    Foto: Ricardo Moraes/Agência Brasil

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  • FNACAST#26 está no ar!

    O episódio de hoje traz um bate-papo sobre o último de gestão da atual diretoria da FNA! A presidente da entidade, Eleonora Mascia, falou sobre os desafios enfrentados durante a pandemia de coronavírus e as expectativas para o ano de 2022. Já o vice-presidente, Ormy Hütner Jr., abordou os movimentos da instituição para as eleições
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    O episódio de hoje traz um bate-papo sobre o último de gestão da atual diretoria da FNA! A presidente da entidade, Eleonora Mascia, falou sobre os desafios enfrentados durante a pandemia de coronavírus e as expectativas para o ano de 2022. Já o vice-presidente, Ormy Hütner Jr., abordou os movimentos da instituição para as eleições presidenciais. O episódio ainda debate a importância da relação da FNA com os sindicatos e os movimentos sociais na luta por melhorias na profissão e nas politicas públicas para as cidades.

    Escute no Spotify ou no Soundcloud!

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