Categoria: Nacional

  • Novo curso do IBDU aborda a regularização fundiária urbana

    O Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU) está com inscrições abertas para o curso de Regularização Fundiária Urbana. O curso – dividido em oito aulas e carga horária de 16 horas – será totalmente on-line nos dias 21, 22, 23, 24, 28, 29, 30 e 31 de março. A plataforma escolhida pelo IBDU para o
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    O Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU) está com inscrições abertas para o curso de Regularização Fundiária Urbana. O curso – dividido em oito aulas e carga horária de 16 horas – será totalmente on-line nos dias 21, 22, 23, 24, 28, 29, 30 e 31 de março. A plataforma escolhida pelo IBDU para o curso será o Zoom e um link com as instruções para as aulas será enviado aos inscritos.

    Conforme o Instituto, estão disponíveis 300 vagas; destas, 20 são voltadas exclusivamente a movimentos sociais. O restante, 280 vagas, ao público em geral que queira saber mais sobre esse tema tão importante para a vida em sociedade.

    INSCRIÇÃO
    Os interessados devem preencher o formulário indicado (ver abaixo) para a inscrição. O IBDU entrará em contato por e-mail para explicar sobre os métodos de pagamentos.

    >> Inscrição para o movimento social: www.bitly.com/CURSO-REURB-MOVIMENTOS-SOCIAIS
    >> Inscrição para o público em geral: www.bitly.com/CURSO-REURB-PUBLICO-EM-GERAL

    INVESTIMENTO
    Estudantes e associados do IBDU têm um valor especial: R$ 150. Já para os demais interessados, o valor do curso é de R$ 250. Há ainda um desconto a partir de sete inscritos: o valor unitário passa a ser de R$ 175. Esse valor, no entanto, não é cumulativo ao desconto de associado e de estudante.

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  • CAU/GO abre editais para receber projetos culturais e de habitação social

    O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU/GO) abriu inscrições para dois concursos. Por meio do edital de projetos culturais, o CAU/GO apoiará publicações, produções audiovisuais, seminários e iniciativas que promovam a Arquitetura e Urbanismo. Já no edital de habitação social, o objetivo é apoiar projetos para construção ou reforma de habitações destinadas a
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    O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU/GO) abriu inscrições para dois concursos. Por meio do edital de projetos culturais, o CAU/GO apoiará publicações, produções audiovisuais, seminários e iniciativas que promovam a Arquitetura e Urbanismo. Já no edital de habitação social, o objetivo é apoiar projetos para construção ou reforma de habitações destinadas a famílias de baixa renda. As inscrições estão abertas até o dia 25 de março, e os projetos e documentos devem ser enviados para a sede do CAU/GO, exclusivamente por meio dos Correios.

    Em ambos os editais, podem participar pessoas jurídicas sem fins lucrativos, com pelo menos três anos de atividade. Cada participante poderá inscrever até três projetos, sendo elegíveis somente os que serão realizados entre o dia 02 de maio de 2022 e 30 de novembro de 2022. As propostas podem ser de âmbito municipal, estadual, regional, nacional ou internacional, desde que realizados em território goiano, e que disseminem informações e promovam o conhecimento e o fortalecimento da Arquitetura e Urbanismo.
    Em sua proposta, o candidato deverá comprovar a efetividade da abrangência e âmbito do projeto, como condição para obtenção das cotas de patrocínio. A soma total disponibilizada para o edital de projetos culturais deste ano é de R$ 150 mil, e para o edital de habitação social, o valor total é de R$ 60 mil. “Os editais são uma forma de o CAU incentivar o trabalho de outras instituições na realização de ações, eventos e publicações”, afirma a gerente geral do Conselho, Isabel Barêa.

    Confira mais informações sobre os editais através do link: https://transparencia.caugo.gov.br/259-2/.

    Fonte: CAU/GO

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  • Inscrições para Seminário Internacional de Investigação em Urbanismo são prorrogadas

    As inscrições para o XIV Seminário Internacional de Investigação em Urbanismo (SIIU) foram prorrogadas para o dia 16 de fevereiro. O evento acontecerá na cidade de Curitiba (PR) nos dias 23 e 24 de junho de 2022. As submissões de trabalhos podem ser feitas atrás do link https://siiucuritiba2022.ufpr.br/inscricoes/. O SIIU tem como objetivo reunir pesquisadores
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    As inscrições para o XIV Seminário Internacional de Investigação em Urbanismo (SIIU) foram prorrogadas para o dia 16 de fevereiro. O evento acontecerá na cidade de Curitiba (PR) nos dias 23 e 24 de junho de 2022. As submissões de trabalhos podem ser feitas atrás do link https://siiucuritiba2022.ufpr.br/inscricoes/.

    O SIIU tem como objetivo reunir pesquisadores de diferentes universidades internacionais, promovendo a troca de ideias para aprofundar a reflexão sobre os novos desafios urbanos. Neste ano, será realizado em conjunto entre a Universidade Politécnica de Madrid e Universidade Federal do Paraná.

    Para mais informações consulte o site do evento: https://siiucuritiba2022.ufpr.br/.

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  • Ativista por opção e profissão

    Danielly Oliveira/ Imprensa FNA A história profissional da Raissa Monteiro poderia ser contada pelas contribuições valiosas que deixou nos espaços e comunidades onde passou. Desde que decidiu seguir a profissão, sentiu que deveria usar seu ofício como ferramenta de inclusão e justiça social. E é o que vem fazendo em uma carreira guiada pelo coração
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    Danielly Oliveira/ Imprensa FNA

    A história profissional da Raissa Monteiro poderia ser contada pelas contribuições valiosas que deixou nos espaços e comunidades onde passou. Desde que decidiu seguir a profissão, sentiu que deveria usar seu ofício como ferramenta de inclusão e justiça social. E é o que vem fazendo em uma carreira guiada pelo coração trabalhando junto aos menos favorecidos no Nordeste do Brasil. Após anos como servidora pública, recentemente se engajou em experiências no Terceiro Setor, onde encontrou uma nova janela de atuação. 

    Natural de João Pessoa (PB) e no auge dos seus 34 anos, Raissa se mudou para o Recife (PE) no final de 2021 para encarar uma nova aventura: ser Analista de Inovação na Agência Recife para Inovação e Estratégia – ARIES. A ONG é co-executora do Projeto CITinova em Recife e desenvolve diversas ações e projetos junto ao poder público local com foco na promoção de cidades mais sustentáveis e na redução das desigualdades.

    Raissa acompanha projetos em desenvolvimento que abordam desde a habitação de interesse social à adaptação da cidade aos efeitos das mudanças climáticas. De setembro a dezembro de 2021 Raissa também colaborou com a ONG Habitat para Humanidade Brasil em Recife, onde realizou um trabalho de apoio pedagógico ao curso “Direito à Cidade e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, cujo objetivo era o engajamento e a formação de ativistas e agentes sociais sobre temáticas urbanas pertinentes. Para Raissa, a cidade deve ser construída a partir do saber coletivo, sendo essencial acolher e considerar diferentes vivências, existências e depoimentos, não apenas o conhecimento oriundo de formações técnicas.

    A trajetória de vida da arquiteta e urbanista incorpora o mote “pensar global, agir local”, pois foi escrita a partir de experiências em outros países e trabalhos com planejamento urbano no poder público local. Mestra em Assentamentos Humanos pela Universidade Católica de Leuven (KU Leuven/Bélgica), Raissa atuou na Secretaria de Habitação da Prefeitura de João Pessoa (PB), sendo coautora do projeto de HIS “Vila Sanhauá”, no centro histórico de João Pessoa, passou pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba em 2015 e, entre 2017 e 2020, trabalhou na Prefeitura de Conde, como Coordenadora de Planejamento Territorial dentro da Secretaria de Planejamento. 

    No período que integrou o SEPLAN/Conde participou da concepção e implementação de projetos de grande relevância local e nacional, com foco em engajamento e participação social. É o caso do Escritório Público de Assistência Técnica – EPA, que foi premiado entre as dez iniciativas mais inovadoras em municípios pelo Brasil pela Confederação Nacional dos Municípios e do Concurso Público de Projeto para Requalificação da Área Central de Conde, iniciativa que ganhou o Prêmio Cidade Caminhável em 2021.

    Em 2019, a Prefeitura de Conde também foi reconhecida pelo Prêmio Arquiteto e Urbanista do Ano da Federação Nacional de Arquitetos e Urbanistas (FNA). Em 2020, com o fim do mandato da prefeita Marcia Lucena, Raissa encerrou seus trabalhos na Prefeitura de Conde e atuação no setor público. “Um dos maiores desafios do planejamento urbano nas cidades é superar o tempo de um mandato”, conta. 

    Apesar do curto tempo, os projetos realizados por ela e a equipe de profissionais que integravam a Prefeitura da cidade foram reconhecidos nacionalmente. Raissa explica que as ações realizadas na cidade paraibana foram bem executadas e reconhecidas porque existia escuta intensiva e vontade política de aplicar soluções urbanas que pudessem reparar lacunas históricas daquela população. “Um dos maiores desafios foi agir de forma rápida e criativa para sanar as urgências do presente ao mesmo tempo em que, pela primeira vez na cidade, introduzíamos a possibilidade de pensar o futuro de forma coletiva”. Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), a profissional já fez estágio na Comissão Permanente de Desenvolvimento do Centro Histórico de João Pessoa. Além dessas experiências, ela realizou um intercâmbio para França através do programa BRAFITEC, onde estudou e estagiou em um escritório de arquitetura da cidade de Strasbourg.

    Porém, não é só de Arquitetura e Urbanismo que vive Raissa. “Gosto de trabalhos manuais, artes visuais e voltei a fazer xilogravura”, pondera. Em seu tempo vago, gosta de tocar percussão, e também escreve poesia. Publica seus escritos em um projeto chamado Nossa Fala (@nossafala) e já teve poemas publicados em um livro. 

    Após passar por uma transição capilar que a despertou para reconhecer-se enquanto mulher negra, Raissa relata que tem procurado se aproximar das pautas de gênero e raça dentro e fora da profissão, refletindo sob essa lente suas ações no mundo e trazendo a discussão para os lugares onde frequenta.  

    Mais do que lutar pelos direitos das comunidades, Raissa sabe que há muito a fazer por sua profissão. Foi pensando nisso que, em 2021, passou a integrar a chapa que venceu a eleição do Sindicato de Arquitetos e Urbanistas da Paraíba. No Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), Raissa é conselheira superior pelo Departamento da Paraíba e co-coordenadora da Comissão Extraordinária de Equidade de Gênero. “Existe uma grande quantidade de profissionais engajados em pautas sociais que precisam ocupar espaços dentro do poder público, ou serem incorporados e incentivados a contribuírem com a construção da cidade de forma direta, através de concursos públicos de projeto ou trabalhando com Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social”, destaca. 

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  • Manifesto FNA por um Brasil livre de misoginia

    Mulheres e homens têm condições iguais de ocuparem espaços no mercado de trabalho. Qualquer ato que minimize a atuação das mulheres precisa ser combatido e responsabilizado. Em uma sociedade onde as mulheres são a maioria é inadmissível que se perpetue o preconceito contra o seu trabalho. Na Arquitetura e Urbanismo, por exemplo, levantamento do CAU/BR
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    Mulheres e homens têm condições iguais de ocuparem espaços no mercado de trabalho. Qualquer ato que minimize a atuação das mulheres precisa ser combatido e responsabilizado. Em uma sociedade onde as mulheres são a maioria é inadmissível que se perpetue o preconceito contra o seu trabalho. Na Arquitetura e Urbanismo, por exemplo, levantamento do CAU/BR de 2021 aponta que 64% dos profissionais registrados no conselho são mulheres, e infelizmente ainda se vê uma redução salarial em relação aos homens.

    A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) repudia qualquer ato que desqualifique o trabalho das mulheres como o ataque misógino do deputado federal Eduardo Bolsonaro às profissionais engenheiras envolvidas nas obras da Linha 6 – Laranja do metrô de São Paulo. Em vídeo que circula nas redes sociais, o filho do presidente Jair Bolsonaro relaciona o desmoronamento do local, ocorrido nesta semana, ao trabalho de profissionais mulheres.

    Para que atos como tal não se perpetuem em nossa sociedade, a FNA defende que a misoginia se torne crime no Brasil. No Ceará, o Projeto de Lei nº 1960/2021 da deputada federal Luizianne Lins (PT) qualifica como crime de injúria a prática de misoginia, visando combater o aumento de atos de aversão às mulheres.

    É preciso dar fim a qualquer tipo de discriminação!

    Foto: elladoro/ Istock

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  • Manifesto FNA por um Brasil livre de misoginia

    Mulheres e homens têm condições iguais de ocuparem espaços no mercado de trabalho. Qualquer ato que minimize a atuação das mulheres precisa ser combatido e responsabilizado. Em uma sociedade onde as mulheres são a maioria é inadmissível que se perpetue o preconceito contra o seu trabalho. Na Arquitetura e Urbanismo, por exemplo, levantamento do CAU/BR
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    Mulheres e homens têm condições iguais de ocuparem espaços no mercado de trabalho. Qualquer ato que minimize a atuação das mulheres precisa ser combatido e responsabilizado. Em uma sociedade onde as mulheres são a maioria é inadmissível que se perpetue o preconceito contra o seu trabalho. Na Arquitetura e Urbanismo, por exemplo, levantamento do CAU/BR de 2021 aponta que 64% dos profissionais registrados no conselho são mulheres, e infelizmente ainda se vê uma redução salarial em relação aos homens.

    A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) repudia qualquer ato que desqualifique o trabalho das mulheres como o ataque misógino do deputado federal Eduardo Bolsonaro às profissionais engenheiras envolvidas nas obras da Linha 6 – Laranja do metrô de São Paulo. Em vídeo que circula nas redes sociais, o filho do presidente Jair Bolsonaro relaciona o desmoronamento do local, ocorrido nesta semana, ao trabalho de profissionais mulheres.

    Para que atos como tal não se perpetuem em nossa sociedade, a FNA defende que a misoginia se torne crime no Brasil. No Ceará, o Projeto de Lei nº 1960/2021 da deputada federal Luizianne Lins (PT) qualifica como crime de injúria a prática de misoginia, visando combater o aumento de atos de aversão às mulheres.

    É preciso dar fim a qualquer tipo de discriminação!

    Foto: elladoro/ Istock

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  • Diretoria da FNA tem reunião em Brasília

    A Diretoria Executiva da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) está reunida nesta sexta-feira e sábado (4 e 5/2) para debater os projetos da entidade e de seus sindicatos para o ano de 2022. O encontro ocorre na sede da entidade em Brasília (DF). Este é o primeiro evento presencial da federação desde fevereiro
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    A Diretoria Executiva da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) está reunida nesta sexta-feira e sábado (4 e 5/2) para debater os projetos da entidade e de seus sindicatos para o ano de 2022. O encontro ocorre na sede da entidade em Brasília (DF). Este é o primeiro evento presencial da federação desde fevereiro de 2020, quando teve início a pandemia de Covid-19.

    Segundo a presidente da FNA, Eleonora Mascia, a ideia é traçar estratégias de ação para o ano eleitoral, quando o debate sobre a gestão das cidades e de recursos públicos estará tão emergente. O planejamento, a gestão financeira e a assistência com apoio aos sindicatos também são temas que estão na pauta.

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  • Confetu tem nova diretoria

    A Confederação dos Técnicos e Trabalhadores Universitários da CUT (Confetu) empossou sua nova diretoria. A arquiteta e presidente da Federação Nacional dos Arquitetos (FNA), Eleonora Mascia, assumiu a presidência da entidade, substituindo o engenheiro e presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ), Olímpio Alves Santos, que foi eleito Secretário de
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    A Confederação dos Técnicos e Trabalhadores Universitários da CUT (Confetu) empossou sua nova diretoria. A arquiteta e presidente da Federação Nacional dos Arquitetos (FNA), Eleonora Mascia, assumiu a presidência da entidade, substituindo o engenheiro e presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ), Olímpio Alves Santos, que foi eleito Secretário de Comunicação. De acordo com Eleonora Mascia, o momento é de fortalecimento e defesa das entidades sindicais a partir da organização dos trabalhadores na luta por direitos frente aos ataques nefastos da Reforma Trabalhista. “Temos uma luta intensa pela frente, mas 2022 será um ano de mudanças. Precisamos garantir que os movimentos estejam unidos para promover essa transição tão necessária e urgente”, ponderou Eleonora Mascia.

    O engenheiro e secretário-geral da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), Clovis Nascimento, foi eleito diretor de administração e finanças da Confetu. “A nossa Federação assumiu por dois mandatos a presidência da Confetu que é repassada com orgulho para a companheira Eleonora. A Confetu é um instrumento de fortalecimento da nossa central sindical e de luta dos trabalhadores e das trabalhadoras com o objetivo de incidir nas negociações coletivas e debates nacionais em defesa da democracia e da soberania do país”, afirmou Clovis. O engenheiro Allan Yukio Hayama foi eleito secretário nacional de política sindical.

    A Confetu, composta pela Fisenge e pela FNA, substituiu o ramo 14 da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e surgiu em um momento de concertação entre os sindicatos de categorias com formação técnica na base Cutista. O processo eleitoral contou com a presença da presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Maria José Braga.

    Confira a composição da diretoria da Confetu:
    Presidência: Eleonora Mascia
    Secretaria geral: Andrea dos Santos
    Secretaria Nacional de Administração e Finanças: Clovis Nascimento
    Secretaria Nacional de Comunicação: Olimpio Alves dos Santos
    Secretaria Nacional de Política Sindical: Allan Yukio Hayama
    Secretaria Nacional de Relações do Trabalho: Danilo Matoso Macedo

    Fonte: Imprensa Fisenge

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  • Requerimento pede aumento de 19,99% no salário de servidores públicos por perdas inflacionárias no Governo Bolsonaro

    O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) enviou um requerimento pedindo Audiência Pública para discutir reajuste remuneratório de servidores públicos na Câmara dos Deputados. O documento pede o aumento salarial de 19,99% de funcionários de todas as categorias, que não recebem atualizações há três anos. A reivindicação corresponde a perdas inflacionárias de 2019 a 2021. Nessa
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    O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) enviou um requerimento pedindo Audiência Pública para discutir reajuste remuneratório de servidores públicos na Câmara dos Deputados. O documento pede o aumento salarial de 19,99% de funcionários de todas as categorias, que não recebem atualizações há três anos. A reivindicação corresponde a perdas inflacionárias de 2019 a 2021. Nessa quarta-feira (02/02), data que marca a abertura dos trabalhos legislativos de 2022, os trabalhadores realizaram atos em todo o Brasil, e cobraram do governo Bolsonaro tratamento igualitário, além de seguir reivindicando o cancelamento da PEC 32, da reforma Administrativa.

    De acordo com a presidente da Federação Nacional dos Arquitetos (FNA), Eleonora Mascia, esse reajuste é necessário, pois todas as categorias, além dos arquitetos e urbanistas, estão sendo constantemente prejudicadas. Além disso, ela acredita que o requerimento movimentará as pautas do governo que, até então, não manifestou qualquer intenção de atender a demanda. “Essa discussão tem caráter emergencial. É preciso mostrar a luta de todos os servidores e colocar essa pauta no centro da agenda”, salienta.

    Para debater o tema, o documento pede a presença de representas do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef), do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos e Socioeconômicos (Dieese) e da Secretaria de Gestão de Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia (SGP).

    Crédito: Reprodução/Fonasefe

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  • FNA reforça pedido de revogação imediata de MP que incentiva contratações precárias

    A Federação Nacional dos Arquitetos (FNA) reforça o movimento puxado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais pela revogação imediata da Medida Provisória (MP) nº 1099. A medida simula o enfrentamento ao desemprego, incentivando contratações precarizadas e com baixa remuneração pelas prefeituras. Além disso, a MP cria o “Programa Nacional de Prestação
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    A Federação Nacional dos Arquitetos (FNA) reforça o movimento puxado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais pela revogação imediata da Medida Provisória (MP) nº 1099. A medida simula o enfrentamento ao desemprego, incentivando contratações precarizadas e com baixa remuneração pelas prefeituras.
    Além disso, a MP cria o “Programa Nacional de Prestação de Serviço Civil Voluntário e o Prêmio Portas Abertas” que, para os presidentes das centrais, “não passa de nova manobra do governo Bolsonaro para retirar ainda mais direitos”. “Propomos que o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, realize a imediata devolução desta nova medida precarizante. Refutaremos toda e qualquer tentativa do governo”, diz trecho final da nota.

    Confira a íntegra da nota:
    Contra a precarização do serviço voluntário propomos imediata devolução da MP 1099
    A Medida Provisória 1099, publicada em 28/01/2022, que institui o “Programa Nacional de Prestação de Serviço Civil Voluntário e o Prêmio Portas Abertas” não passa de nova manobra do governo Bolsonaro para retirar ainda mais direitos.
    Através da MP o governo simula enfrentar o desemprego incentivando as contratações precarizadas e com baixa remuneração pelas Prefeituras. Mais um golpe contra a classe trabalhadora.
    O desemprego, o desalento, a inatividade e a subocupação já atingem a marca de 29 milhões de brasileiros. A taxa de informalidade passa de 43%, segundo a última publicação do IBGE. E a MP 1099, ao invés de criar empregos decentes, fomentar o desenvolvimento pleno e soberano, investir em infraestrutura e serviços de qualidade, aponta para o aprofundamento deste cenário.
    No fim dos seus quatro anos, depois de todo mal que fez ao Brasil, o governo Bolsonaro tenta camuflar a miséria crescente com a criação de trabalhos precários, sem direitos e perspectivas, como se desse uma esmola para o povo a fim de ganhar os votos que precisa para se manter no poder e continuar seus males feitos.
    A proposta deverá passar por cuidadoso debate no legislativo, análise, inclusive, já realizada e derrotada no mérito quando do tratamento da MP 1045 que continha conteúdo semelhante.
    Propomos que o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, realize a imediata devolução desta nova medida precarizante. Refutaremos toda e qualquer tentativa do governo. Bolsonaro de prejudicar os trabalhadores, que já sofreram tanto nesta gestão.

    São Paulo, 02 de fevereiro de 2022

    Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)
    Miguel Torres, presidente da Força Sindical
    Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)
    Adilson Araújo, presidente da CTB (Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)
    Oswaldo Augusto de Barros, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)
    Antonio Neto, presidente da CSB (Central de Sindicatos do Brasil)
    Atnágoras Lopes, secretário nacional da CSP CONLUTAS
    Edson Carneiro Índio, secretário geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora
    José Gozze, presidente da Pública, Centraldo Servidor
    Emanuel Melato, coordenação da Intersindical Instrumento de Luta

    Com informações da CUT.

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