Categoria: Nacional

  • FNA lamenta falecimento do arquiteto e urbanista Luiz Otávio Caldas

    A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) lamenta o falecimento de Luiz Otávio Caldas de Castro Chaves, ocorrido na última quinta-feira (23/12). O profissional de arquitetura e urbanismo foi um dos fundadores do Sindicato de Arquitetos e Urbanistas do Distrito Federal (Arquitetos-DF) e vice-presidente na gestão de 1983 a 1986. Formado pela FAU-UnB em
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    A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) lamenta o falecimento de Luiz Otávio Caldas de Castro Chaves, ocorrido na última quinta-feira (23/12). O profissional de arquitetura e urbanismo foi um dos fundadores do Sindicato de Arquitetos e Urbanistas do Distrito Federal (Arquitetos-DF) e vice-presidente na gestão de 1983 a 1986.

    Formado pela FAU-UnB em meados de 1970, Luiz Otávio foi arquiteto pelo Governo do Distrito Federal e titular de escritório próprio de projetos. Dedicou um período de sua vida à carreira acadêmica, onde trabalhou com urbanismo no desenho urbano e arquitetura com utilização de tecnologias patrimoniais. O profissional ainda firmou parceria com arquitetos como Paulo Magalhães, Gladson Rocha e Zanine Caldas.

    A FNA manifesta sua solidariedade aos colegas, amigos e familiares.

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  • Mais da metade dos arquitetos brasileiros ganha metade do piso

    Mais da metade dos profissionais (51%) que atuam no campo da arquitetura e do urbanismo trabalha de forma autônoma ou sem vínculo empregatício. O dado, apresentado nesta terça-feira (21/12) pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU Brasil), faz parte do Censo CAU 2020. Segundo o levantamento, 51% dos profissionais entrevistados informaram que recebem até 3
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    Mais da metade dos profissionais (51%) que atuam no campo da arquitetura e do urbanismo trabalha de forma autônoma ou sem vínculo empregatício. O dado, apresentado nesta terça-feira (21/12) pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU Brasil), faz parte do Censo CAU 2020. Segundo o levantamento, 51% dos profissionais entrevistados informaram que recebem até 3 salários mínimos, ou seja, metade do piso da categoria.

    A pesquisa foi realizada para atualizar o perfil dos arquitetos e arquitetas brasileiros. Entre os dados coletados pelo CAU, destaca-se o fato de a categoria ser composta 58% por mulheres e que apenas 22% se identificarem como sendo de raça negra frente a uma maioria branca (69%). A informação étnica é uma novidade do estudo de 2020, assim como a coleta de dados sobre eventuais deficiências físicas, mentais, intelectuais e/ou sensoriais.
    Dividido em seis categorias, o Censo levantou os dados pessoais, renda, formação, hábitos, trabalho e política dos profissionais brasileiros. Realizado entre os dias 2 de janeiro a 30 de junho de 2020, ouviu 45.838 profissionais através dos seus acessos pessoais ao Sistema de Informação e Comunicação do CAU (SICCAU). O questionário, de 45 perguntas, trazia dados sobre idade, gênero, raça, deficiências (físicas, mentais, intelectuais ou sensoriais), faixa de rendimento médio, escolaridade/formação e principais obstáculos no exercício da profissão de arquitetura e urbanismo.

    A presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Eleonora Mascia, destacou a importância do estudo. “Os censos são importantes para que tenhamos um parâmetro do perfil pessoal dos arquitetos e das arquitetas, mas, principalmente, para que possamos entender como está o mercado de trabalho desses profissionais e traçarmos estratégias pela garantia de direitos trabalhistas”. Hoje, o Brasil tem 212 mil arquitetos e urbanistas, mas apenas 21,6% deles responderam ao questionário do CAU. A maioria (71%) dos profissionais concentra-se nas regiões Sul e Sudeste, sendo que 31% deles estão no estado de São Paulo.

    Em relação à atuação e ao campo de trabalho, 41% informaram não contribuir com a previdência, seja pública, seja privada, 77% não possuírem pessoa jurídica estabelecida, atuando de forma autônoma. A área que emprega a maior parte dos profissionais ainda é a arquitetura de interiores, citada por 62% dos entrevistados.

    O vice-presidente da FNA, Ormy Hütner Jr, destaca que os dados também trazem informações sobre o trabalho das entidades de arquitetura. “85% dos profissionais que responderam à enquete declararam não serem filiados a nenhum tipo de entidade, ao mesmo tempo que 79% deles também afirmaram que a sociedade não valoriza o trabalho dos arquitetos. Acredito que temos um grande campo de atuação para que os profissionais vejam que as entidades podem e devem ser uma forma de conscientização de toda a população sobre a necessidade de a arquitetura fazer parte do dia a dia”.

    É possível acessar os dados completos da pesquisa através do site: https://caubr.gov.br/censo2020/

    Fonte: CAU Brasil

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  • Mais da metade dos arquitetos brasileiros ganha metade do piso

    Mais da metade dos profissionais (51%) que atuam no campo da arquitetura e do urbanismo trabalha de forma autônoma ou sem vínculo empregatício. O dado, apresentado nesta terça-feira (21/12) pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU Brasil), faz parte do Censo CAU 2020. Segundo o levantamento, 51% dos profissionais entrevistados informaram que recebem até 3
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    Mais da metade dos profissionais (51%) que atuam no campo da arquitetura e do urbanismo trabalha de forma autônoma ou sem vínculo empregatício. O dado, apresentado nesta terça-feira (21/12) pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU Brasil), faz parte do Censo CAU 2020. Segundo o levantamento, 51% dos profissionais entrevistados informaram que recebem até 3 salários mínimos, ou seja, metade do piso da categoria.

    A pesquisa foi realizada para atualizar o perfil dos arquitetos e arquitetas brasileiros. Entre os dados coletados pelo CAU, destaca-se o fato de a categoria ser composta 58% por mulheres e que apenas 22% se identificarem como sendo de raça negra frente a uma maioria branca (69%). A informação étnica é uma novidade do estudo de 2020, assim como a coleta de dados sobre eventuais deficiências físicas, mentais, intelectuais e/ou sensoriais.
    Dividido em seis categorias, o Censo levantou os dados pessoais, renda, formação, hábitos, trabalho e política dos profissionais brasileiros. Realizado entre os dias 2 de janeiro a 30 de junho de 2020, ouviu 45.838 profissionais através dos seus acessos pessoais ao Sistema de Informação e Comunicação do CAU (SICCAU). O questionário, de 45 perguntas, trazia dados sobre idade, gênero, raça, deficiências (físicas, mentais, intelectuais ou sensoriais), faixa de rendimento médio, escolaridade/formação e principais obstáculos no exercício da profissão de arquitetura e urbanismo.

    A presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Eleonora Mascia, destacou a importância do estudo. “Os censos são importantes para que tenhamos um parâmetro do perfil pessoal dos arquitetos e das arquitetas, mas, principalmente, para que possamos entender como está o mercado de trabalho desses profissionais e traçarmos estratégias pela garantia de direitos trabalhistas”. Hoje, o Brasil tem 212 mil arquitetos e urbanistas, mas apenas 21,6% deles responderam ao questionário do CAU. A maioria (71%) dos profissionais concentra-se nas regiões Sul e Sudeste, sendo que 31% deles estão no estado de São Paulo.

    Em relação à atuação e ao campo de trabalho, 41% informaram não contribuir com a previdência, seja pública, seja privada, 77% não possuírem pessoa jurídica estabelecida, atuando de forma autônoma. A área que emprega a maior parte dos profissionais ainda é a arquitetura de interiores, citada por 62% dos entrevistados.

    O vice-presidente da FNA, Ormy Hütner Jr, destaca que os dados também trazem informações sobre o trabalho das entidades de arquitetura. “85% dos profissionais que responderam à enquete declararam não serem filiados a nenhum tipo de entidade, ao mesmo tempo que 79% deles também afirmaram que a sociedade não valoriza o trabalho dos arquitetos. Acredito que temos um grande campo de atuação para que os profissionais vejam que as entidades podem e devem ser uma forma de conscientização de toda a população sobre a necessidade de a arquitetura fazer parte do dia a dia”.

    É possível acessar os dados completos da pesquisa através do site: https://caubr.gov.br/censo2020/

    Fonte: CAU Brasil

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  • FNA assina notas sobre exonerações e nomeações no Iphan

    No segundo semestre de 2019, o Governo Federal precipitou a exoneração de diversos gestores do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em diferentes e importantes cargos, culminando no desligamento da presidente do Iphan, Kátia Bogea, em dezembro daquele ano. O que seria uma substituição natural decorrente da troca de governos, porém, aos poucos
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    No segundo semestre de 2019, o Governo Federal precipitou a exoneração de diversos gestores do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em diferentes e importantes cargos, culminando no desligamento da presidente do Iphan, Kátia Bogea, em dezembro daquele ano. O que seria uma substituição natural decorrente da troca de governos, porém, aos poucos se configurava como parte de uma iniciativa de desmonte das políticas de preservação de nosso Patrimônio Cultural Nacional. Diversos desses gestores eram substituídos por agentes públicos sem qualquer formação ou experiência na área.

    Em pronunciamento público na última semana, o presidente da República assumiu explicitamente que desconhecia o Iphan, e que ordenou seu desmonte motivado por interesses particulares de um de seus apoiadores. “Há pouco tempo tomei conhecimento de uma obra de uma pessoa conhecida, o Luciano Hang, que estava fazendo mais uma obra e apareceu um ‘pedaço de azulejo’ durante as escavações. Chegou o Iphan e interditou a obra. Liguei pro ministro da pasta (responsável pelo Iphan), e perguntei ‘que trem é esse?’ Porque eu não sou tão inteligente como meus ministros. ‘O que é Iphan, com PH?’ Explicaram para mim, tomei conhecimento, ‘ripei’ todo mundo do Iphan. Botei outro cara lá, o Iphan não dá mais dor de cabeça pra gente”, afirmou.

    O Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro, em parceria com diferentes entidades, entre elas a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), publicou três documentos sobre as exonerações e nomeações espúrias, mobilizando a população e as autoridades competentes a tomar as medidas cabíveis contra tal arbítrio que vem causando perdas permanentes a nossa cultura.

    Confira abaixo:

    Salvaguardar o Iphan

    Nomeações no Iphan

    Manifesto em Defesa do Iphan

    Fonte: Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro

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  • FNACAST#25 está no ar!

    O episódio de hoje está mais do que especial! A retrospectiva do 45º Encontro Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (ENSA), realizado entre os dias 22 a 28 de novembro, traz as falas de Ermínia Maricato, Tainá de Paula, Regina Bienenstein, Fernando Morais e Bianca Santana. Tratando de assuntos como a conjuntura global, o futuro das
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    O episódio de hoje está mais do que especial! A retrospectiva do 45º Encontro Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (ENSA), realizado entre os dias 22 a 28 de novembro, traz as falas de Ermínia Maricato, Tainá de Paula, Regina Bienenstein, Fernando Morais e Bianca Santana. Tratando de assuntos como a conjuntura global, o futuro das políticas públicas no Brasil e a importância da discussão pelo direito à moradia e pelas questões sociais foram os destaques da semana de debates. Por fim, a presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Eleonora Mascia, apresenta o resumo da Assembleia Geral e os projetos da FNA para 2022.

    Escute no Spotify ou no Soundcloud!

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  • Sinarq-RN: Edital de Convocação de Assembleia Geral Extraordinária

    Os associados fundadores do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Rio Grande do Norte (SINARQ-RN), de acordo com o art. 21º do Estatuto da Entidade, convocam toda a categoria dos Arquitetos e Urbanistas para Assembleia Geral Extraordinária, a realizar-se no dia 15 de dezembro de 2021 (quarta-feira), às 19h, virtualmente, por meio da plataforma Google
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    Os associados fundadores do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Rio Grande do Norte (SINARQ-RN), de acordo com o art. 21º do Estatuto da Entidade, convocam toda a categoria dos Arquitetos e Urbanistas para Assembleia Geral Extraordinária, a realizar-se no dia 15 de dezembro de 2021 (quarta-feira), às 19h, virtualmente, por meio da plataforma Google Meet, para deliberar sobre a seguinte pauta: 1) Criação de Junta Governativa, que terá como atribuição a realização do processo eleitoral, para composição de nova Diretoria Executiva e Conselho Fiscal deste sindicato.

    Natal, 09 de dezembro de 2021

    Associados fundadores do SINARQ-RN:
    1. Ana Claudia de Sousa Lima
    2. Miss Lene Pereira Da Silva
    3. Vinicius Bezerra De Moraes Galindo

    Confira o documento na íntegra.

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  • Documentário Cidade do Mar destaca a importância do patrimônio santista

    Qual a importância da preservação do patrimônio histórico da cidade de Santos? Este questionamento motivou a parceria entre o cineasta Dino Menezes e o arquiteto Rafael Ambrosio para a realização do documentário Cidade do Mar, que foi lançado no dia 25 de novembro em evento no Museu da Imagem e do Som de Santos (MISS).
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    Qual a importância da preservação do patrimônio histórico da cidade de Santos? Este questionamento motivou a parceria entre o cineasta Dino Menezes e o arquiteto Rafael Ambrosio para a realização do documentário Cidade do Mar, que foi lançado no dia 25 de novembro em evento no Museu da Imagem e do Som de Santos (MISS). O filme, atualmente, está disponível gratuitamente no YouTube.

    O projeto foi idealizado em um encontro dos dois amigos que, entre outras coisas, têm em comum o interesse pela história e arquitetura da cidade litorânea. “Sempre fui bastante curioso em relação à origem de Santos, principalmente no que podemos conhecer dela ao olhar para os prédios e monumentos mais antigos”, conta Menezes.

    “Assim, em contato com o Rafael, surgiu a ideia de registar em imagens e depoimentos um retrato sobre o patrimônio cultural de Santos”, acrescenta. Teve início, então, o projeto Cidade do Mar, que foi contemplado em dois editais do setor cultural em 2020: o 8º FACULT, concurso de apoio a projetos culturais independentes no município de Santos, e o ProAC Expresso Lei Aldir Blanc nº56, do governo do Estado.

    Com 24 minutos de duração, o filme aborda o processo de urbanização de Santos, a partir da relação de seu território com o mar, e traz reflexões sobre as noções de patrimônio, a importância da preservação, inclusive das identidades, e as perspectivas para o futuro.

    Abrangendo desde a origem da cidade, ainda como vila, até os dias atuais, apresenta fotografias, pinturas históricas e imagens captadas em drones, além de entrevistas com especialistas. “Busquei trazer o olhar da arquitetura para o cinema, juntando a tecnologia de imagem mais antiga, representada por uma pintura de Benedito Calixto, com a mais moderna, ou seja, as imagens captadas por drone”, explica o diretor.

    Séculos de história
    As locações escolhidas para as gravações foram a Cadeia Velha de Santos, a Casa da Frontaria Azulejada e o Teatro Guarani, que estão entre as construções históricas mais significativas da cidade. “Partimos da reflexão de que, às vezes, as pessoas não apreciam e batalham pela preservação do nosso patrimônio histórico e arquitetônico, simplesmente, porque não conhecem o seu valor”, explica o arquiteto Rafael Ambrosio.

    “Assim, a produção tem como objetivo proporcionar mais conhecimento, para os santistas, e os brasileiros, sobre a questão da preservação do patrimônio, que ultrapassa a manutenção da memória edificada. Queremos debater sobre como aliar desenvolvimento econômico e social à manutenção das referências das várias identidades. Isso, na minha visão, é o desafio a ser vencido”, afirma.

    Segundo o arquiteto, o centro histórico de Santos é um museu a céu aberto, com edifícios que remontam a séculos de história, não só da cidade, mas do Brasil. Mas, mesmo assim, sofre constante pressão para demolições. “Nesse intuito, especuladores recorrem à falsa afirmação de que as leis de proteção do patrimônio atrapalham o desenvolvimento, quando, na verdade, é sua destruição que põe em risco o nosso futuro. Querem acabar com o que temos de mais rico”, alerta Ambrosio.

    Uma das construções representativas da cidade que já não existe mais, o Parque Balneário, é um dos destaques do filme. Demolido em 1973, o Hotel foi símbolo de glamour da época áurea do café, no começo do século 20. Para poder apresentar na produção o seu luxuoso edifício, o diretor Dino Menezes recorreu à pesquisa fotográfica. “Considero uma perda enorme a destruição desse marco arquitetônico da cidade”, lamenta.

    Influências Lusitanas
    Além de Ambrosio, o documentário tem como entrevistados os historiadores Adriana Negreiros e Reinaldo Martins, a arquiteta Jaqueline Fernández, a educadora Joice Mendes e o cientista político Rafael Moreira. O filme conta, ainda, com trilha sonora original, que foi encomendada a um músico brasileiro que atua em Portugal, Nilson Dourado. “Como temos muitos marcos da origem portuguesa na nossa arquitetura, ele produziu uma trilha com influências lusitanas”, finaliza Menezes.

    Fonte:

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  • Escritório Modular Jr anuncia os vencedores do Projeto Eco Frank

    Na última quarta-feira (1/12), a empresa júnior do curso de arquitetura e urbanismo da UFPR, o Escritório Modular Jr, decidiu os três vencedores do Concurso Nacional para Estudantes de Arquitetura e Urbanismo do Projeto Eco Frank. Apoiado e patrocinado pela Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), a iniciativa tem como objetivo modernizar o espaço
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    Na última quarta-feira (1/12), a empresa júnior do curso de arquitetura e urbanismo da UFPR, o Escritório Modular Jr, decidiu os três vencedores do Concurso Nacional para Estudantes de Arquitetura e Urbanismo do Projeto Eco Frank. Apoiado e patrocinado pela Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), a iniciativa tem como objetivo modernizar o espaço de lazer e copa da Associação de Materiais Recicláveis Eco Frank, em Curitiba (PR). O projeto ganhador é de Amanda Sayuri Hashimoto, Gabriela Simm Stanga e Leonardo Costa Monte Júnior, estudantes da UFPR, que, de acordo com a comissão julgadora, fizeram boa utilização dos espaços, soluções economicamente viáveis e valorização da cultura local.

    A segunda colocação ficou com o projeto de Jéssica Thaise Kasmirski Pessatti e a terceira colocação com o projeto de Christian Ferreira de Oliveira e Maria Luiza Dias Ballarotti. É possível conferir em detalhes as propostas através do site oficial do concurso. Foram inscritas 31 equipes, representando 14 faculdades de arquitetura e urbanismo, e selecionadas 10 diferentes propostas pela comissão organizadora. Os critérios avaliativos levaram em conta a economia e viabilidade técnico-construtiva, qualidade da apresentação, clareza, coerência, funcionalidade, aspectos plásticos e estéticos, originalidade, segurança, acessibilidade e sustentabilidade.

    A comissão julgadora foi composta pelo vice-presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Ormy Hütner Jr, pelos arquitetos e urbanistas Ana Flavia Bassani, Ana Priscilla Romero, Andrea Berriel Mercadante Stinghen, Fábio Domingos Batista e o presidente da Associação Eco Frank, Renato da Silva. A proposta vencedora será executada sob orientação da arquiteta e urbanista e docente da UFPR Andrea Berriel, que irá orientar a elaboração do projeto executivo enquanto responsável técnica pelas atividades.

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  • Sindarq-PR abre processo eleitoral e registro de chapas vai até o dia 15/12

    O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado do Paraná (Sindarq-PR) está com processo eleitoral aberto para a escolha da diretoria que irá assumir a gestão 2022-2024. O pleito marcado para o dia 22 de dezembro, das 15h às 20h, ocorrerá na Avenida Marechal Floriano Peixoto, 228 Cj. 1006, Centro, Curitiba (PR), e vai eleger
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    O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado do Paraná (Sindarq-PR) está com processo eleitoral aberto para a escolha da diretoria que irá assumir a gestão 2022-2024. O pleito marcado para o dia 22 de dezembro, das 15h às 20h, ocorrerá na Avenida Marechal Floriano Peixoto, 228 Cj. 1006, Centro, Curitiba (PR), e vai eleger os componentes titulares e suplentes da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal.

    O período de inscrição das chapas que concorrerão no pleito inicia nesta segunda-feira (6/12) e se estende até a próxima quarta-feira (15/12), às 23h59. As nominatas e candidaturas devem ser apresentadas por e-mail (eleicao2021.sindarqpr@gmail.com) acompanhadas do RG, CPF, cargo na chapa e assinatura de cada candidato. É necessário informar, também, a indicação do associado que figurará como representante fiscal. Poderão concorrer à Diretoria Executiva, Conselho Fiscal, Comissão de Ética, Diretores Regionais e Delegados do Sindarq-PR arquitetos e urbanistas regularmente associados à entidade, em dia com a contribuição sindical e aptos estatutariamente.

    A convocação para a eleição do Sindarq-PR, prevista em Regimento Eleitoral, consta em edital publicado no jornal Tribuna. A Junta Eleitoral terá o prazo de 24 horas após o término do prazo de inscrição para manifestar-se sobre o registro das chapas. A impugnação de candidaturas, se houver, deverá ser feita no prazo de até 3 (três dias) a contar da divulgação da relação das chapas registradas.

    Dúvidas devem ser encaminhadas à comissão pelo e-mail eleicao2021.sindarqpr@gmail.com

    Confira o Regimento Eleitoral e Edital de Convocação
    Acesse a Ficha de Inscrição de Chapas e Ficha de Filiação

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  • Pressão popular ao STF estende proibição de despejos até março

    A Campanha Despejo Zero, homenageada com o Prêmio FNA 2021, tem mais uma vitória para a conta. Fruto da pressão e mobilização popular pela população em vulnerabilidade habitacional, o Supremo Tribunal Federal (STF) estendeu até março de 2022 a proibição de despejos, remoções e desocupações por conta da Covid-19. A medida, fruto da Ação de
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    A Campanha Despejo Zero, homenageada com o Prêmio FNA 2021, tem mais uma vitória para a conta. Fruto da pressão e mobilização popular pela população em vulnerabilidade habitacional, o Supremo Tribunal Federal (STF) estendeu até março de 2022 a proibição de despejos, remoções e desocupações por conta da Covid-19. A medida, fruto da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 828, se estende para imóveis de áreas urbanas e rurais e ainda cobre reintegrações de moradias coletivas ou de áreas produtivas.

    A decisão, deliberada pelo Ministro Luís Roberto Barroso nesta quarta-feira (1/12), garante mais alguns meses de estabilidade para mais de 123 mil famílias ameaçadas de despejo no território brasileiro. A crise econômica e social enfrentada pelo país, e sem previsão de término, é o incentivo pela criação da ADPF 828. A medida, que já evitou a remoção de 14.600 pessoas de suas casas, é de autoria do PSOL e de diversas entidades da sociedade civil.

    Representando o GT Jurídico da Campanha Despejo Zero, o advogado Benedito Barbosa destaca que o objetivo é postergar a medida por mais um ano. “Nos despejos, qualquer minuto a mais já é uma vitória. Mas faremos uma luta no âmbito da Câmara dos Deputados para que os mesmos possam postergar a Lei 14.216/2021, que também protege milhares de famílias dos despejos urbanos. A decisão do STF é fundamental, mas todo o Congresso Nacional e autoridades devem se responsabilizar frente à essa situação”.

    A Lei 14.216/2021, promulgada em outubro deste ano e com duração até o dia 31 de dezembro, suspendeu os despejos determinados por ações em virtude do não pagamento de aluguel de imóveis comerciais, de até R$ 1,2 mil, e residenciais, de até R$ 600. Desde março de 2020, a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) apoiou e integrou a Campanha Despejo Zero, alertando a sociedade sobre a importância de impedir as reintegrações diante da grave crise sanitária que se instalava no país.

    Foto: Benedito Barbosa

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